Consenso de la Asamblea General de Sol sobre la acción “Ocupa el Congreso” del 25 de septiembre: no apoyamos

A continuación os presentamos la propuesta consensuada esta tarde en la Asamblea General de SOL sobre convocatoria de la “Plataforma En Pie” para el 25 de septiembre de 2012. En breve publicaremos el acta en http://actasmadrid.tomalaplaza.net

Recordamos que la AGSol es sólo una de las muchas asambleas 15M y no está por encima de ninguna otra. Podéis consultar el resto de posicionamientos de asambleas 15M en este enlace: http://austrias.tomalosbarrios.net/3239

El texto consensuado hoy19 de agosto en Sol ha sido el siguiente:

La convocatoria llamada “Ocupa el Congreso” lanzada por internet y las redes sociales por la plataforma “En Pie” para el próximo 25 de septiembre de 2012 ha abierto un debate dentro y fuera del movimiento, así como suscitado todo tipo de comentarios.

Al margen de las conjeturas y/o manipulaciones que se puedan hacer de dicha convocatoria, el Movimiento 15M, Indignadxs, o como mejor se nos conozca, ha analizado el texto y debatido sobre él en múltiples asambleas de barrio y pueblos de Madrid así como en diversas AGSOL. Así, la AGSOL consensúa:

1.- Que nosotrxs no formamos parte del grupo de convocantes de esta acción.

2.- Que nos desvinculamos de la acción en sí, si bien no ponemos en tela de juicio los motivos que la han generado. No apoyamos la convocatoria por considerar que su procedimiento es contrario a nuestros consensos.

(Asamblea General de Sol, domingo 19 de agosto de 2012)

La AGSol de hoy (19 de agosto) en vídeos:

http://bambuser.com/v/2915137
http://bambuser.com/v/2915176
http://bambuser.com/v/2915190
http://bambuser.com/v/2915212
http://bambuser.com/v/2915240
http://bambuser.com/v/2915281
http://bambuser.com/v/2915289
http://bambuser.com/v/2915294
http://bambuser.com/v/2915314
http://bambuser.com/v/2915327 (a partir de 08:15 se lee y consensúa el texto de este post)
http://bambuser.com/v/2915342

E-mail: informacion.acampadasol@gmail.com
Portal de Información: http://informasol.wordpress.com
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Nuestras asambleas se celebran el primer lunes de cada mes a las 20:00 en el Centro de Medios del Patio Maravillas (C/Pez, 21, 2º derecha).

59 responses to “Consenso de la Asamblea General de Sol sobre la acción “Ocupa el Congreso” del 25 de septiembre: no apoyamos”

  1. Acta de la reunión del martes 28 de agosto | Grupo Acción y Reflexión
  2. Acta 60 Asamblea Popular Plaza Dali 08 Septiembre 2012 | Asamblea popular Plaza de Dalí
  3. La metamorfosis del 25-S | Asamblea popular 15M del Barrio del Pilar

    [...] de mayo de 2011, a las que, sin estarlo manifiestamente, se situó detrás de la convocatoria. La asamblea general de Sol, surgida de la acampada que tuvo lugar en esa plaza, se desvinculó de la…. De la plataforma y de la convocatoria se criticó la falta de transparencia, horizontalidad e [...]

  4. 2 de Septiembre de 2012: Acta de la asamblea de Velilla de San Antonio

    [...] info: http://madrid.tomalaplaza.net/2012/08/20/consenso-de-la-asamblea-general-de-sol-acerca-de-la-accion-… 2. Próxima reunión de la Coordinadora de Pueblos del [...]

  5. Reycobos

    A mi es que la acampada sol y el 15M ya me recuerda a una escena de la vida de brian.

    http://www.youtube.com/watch?v=wxLddl80iUM

    XD

  6. Acta de la reunión del martes 28 de agosto | Acción y reflexión
  7. Carlos Jacques

    A imaginação destruirá o poder e uma gargalhada vos enterrará

    Palavras na Universidade de Roma sob Ocupação, 1977

    Este comentário vem de alguem que não participa no movimento espanhol 15M, nem noutros movimentos paralelos do vosso país. Sou Português de nascença (logo o uso do idioma nesta mensagem, espero sem criar grandes dificuldades de compreensão) e encontro-me fora da peninsula por motivos de trabalho. Mas enquanto posso, acompanho e escrevo sobre os movimentos e não tenho faltado a algumas das grandes manifestações: 15O e 12M.

    Escrevo nesta ocasião como crítico, crítico da iniciativa 25S Ocupa el Congreso. E sendo estrangeiro, escrevo com humildade, mas também com o desejo de apontar para o que considero um retrocesso profundo que a iniciativa representa, relativamente às possibilidades engendradas pelo 15M, acima de tudo na forma inicial como a iniciativa foi apresentada.

    Começo com o Documento Base da Plataforma ¡En Pie! revisto em agosto (20/08/2012). Lê-se na definição da acção, o seguinte: “Bajo el nombre “Ocupa el Congresso”, entendiéndolo como la ocupación simbólica del espacio de decisión sobre nuestro presente y nuestro futuro …”, e igualmente, o Congresso é tido como o “centro neurálgico del estado actual”. Esta ideia serve de justificação para a ocupação, mas enquanto tal, é uma falsa justificação, já que nem o Congresso Espanhol, nem qualquer outra assembleia nacional de qualquer país é um espaço de decisão soberana. No melhor dos casos, estas instituições são intermediárias entre instâncias de poder muito para além de estados nacionais e as populações que supostamente regem. O estado nação é cada vez mais aquilo que sempre foi, mas que muitas vezes consegue esconder, nomeadamente uma força armada para assegurar uma relativa paz social, paz necessária à exploração. O poder que exige e assegura essa paz transcende o estado nacional, enquandrado como ele é por sistemas de poder político-económicos transnacionais, como também por redes de micropoderes que articulam toda a vida quotidiana da população. Por conseguinte, erguer o estado nacional “al centro neurálogico del estado actual” é falso e ofusca a realidade de um poder em que todos participam, pelo qual todos são seduzidos e no fim, ao qual todos são submetidos.

    Deste erro seguem todas as outras ambiguidades e dificuldades dos textos que têm vindo a ser elaborados para fundamentar a “ocupação”.

    Fala-se em Espanha, de “la situación española”, de “la nación”, de “la cuidadanìa española”. Passamos assim de o a-nacionalism ou pós-nacionalismo do 15M (não foram as autoridades Catalãs que criticaram os indignados de Barcelona de não falaram a lìngua local?) a uma reafirmação, sempre perigosa, quando não absurda, de um nacionalismo supostamente progressista. Mas não há e muito provavelmente nunca houve tal coisa. E caìmos assim numa continua afirmação de soberania, da necessidade de uma soberania, desta vez (mais uma vez!), popular (e Espanhola, claro). Tristemente, o que se ignora no repetido apelo à soberania é que um poder soberano é só por si violento, impondo inevitavelmente uma distinção entre aqueles que pertençem e os que não pertençem (o estado soberano como maquina de identidade). Não é esta a consequência de qualquer processo constituinte? Não é esta a origem da afirmação sobre os imigrantes: “La defensa de las personas migrantes y la apuesta por las políticas de integración, atención y reparto, desde la perspectiva de los DDHH …”

    A revolução não necessita de constituições, nem dos seus escrivões, os constitucionalistas, nem de declarações de direitos humanos. Ela é uma continua e livre autocriação de comunidades humanas.

    Para a revolução, não há immigrantes nem pátrias nem nações, mas somente povos em movimento constituidos por multiplicidades de singularidades sem identidade fixa, sem papeis.

    Para a revolução, a soberania é incompatível com a liberdade e a igualdade, porque ela recusa barreiras e fronteiras.

    Voltando ao Documento Base, se espera-se clareza sobre o projecto, o desejado da iniciativa consultando a “definición ideológica”, desvenda-se ainda maior confusão.

    O documento parece defender uma forma não esclarecida de democracia representativa (esqueçamos as assembleias!). Apela-se ao respeito pelos direitos humanos (quem discordária?), à igualdade real de direitos entre pessoas de ambos géneros (um feminismo liberal do fim do século 18 apresentado como radical, quando o que é exigido é o fim da distinção opresiva de género … e os homosexuais, lesbicas, bi/transsexuais, de novo, no esqecimento? Ver: ), à educação universal, gratuita e de qualidade, do ensino básico à universidade (mas que escola, que educação, porque a escola na sua forma actual?), a um sistema sanitário universal e gratuito (de novo, que sistema de saúde?), e assim por diante. E declara-se a necessidade de uma consciência de classe, consciência de classe operaria. Mas como entendê-la, esta consciência? E quem faz parte desta classe operaria? O 15M, e não só, tem sido animado por uma diversidade extraordinária de pessoas. Como classificá-las sociologicamente? Questões, dúvidas, confusões, e não inocentes.

    Proponho que no fim, não há nada de revolucionário ou anti-capitalista na série de documentos produzidos pela Plataforma ¡En Pie!, nem na acção proposta de ocupar ou cercar o Congresso Espanhol. A iniciativa não só passa ao lado da curta história do 15M, com tudo o que ele tornou possível, como também a mais recente história de movimentos sociais.

    Fala-se muito nos exemplos da Islândia e da Argentina. Mas o assédio aos parlamentos dos dois países, mesmo criando algumas possibilidades políticas, não deu origem a sociedades não-capitalistas; muito longe disso. E porque não falar da Grécia? Depois de tantas greves gerais e de varias tentativas de sitiar o parlamento, o que é que resta? Uma praça Syntagma pacificada.

    Eleger o Congresso como alvo de um acto político revolucionário (simbólico ou não; pergunta-se o que é simbólico neste caso), é elevar a política do estado nação ao estatuto de política; é, por outras palavras, fazer o jogo dos políticos, dar impotância a quem não a tem. É legitimar o uso da força pelo estado na defesa da “ordem democrática”.

    No entanto, a força do 15M, e movimentos afins em Espanha, como na Grécia, na Argentina, na Italia da Autonomia dos anos 70, na França de Maio 68, reside e residio na rejeição do poder, na tentativa de construir formas de vida no presente para além do estado, para além do capitalismo e o seu regime de trabalho. (Que tristeza ler no Manifesto da Plataforma a demanda que todos possam ter trabalho para viver; a revolução no entanto começa precisamente quando o trabalho deixa de ser uma condição para viver, pois é isto a essência da exploração capitalista!) Os arquipélagos de autonomia (as assembleias, o travar de desalojamentos, okupações, economias alternativas, etc.) que o 15M conseguiu animar até hoje dão-nos mais esperança do que qualquer cerco de um parlamento … mais uma contribuição para o espectaculo do telejournal da noite.

    Dirão que já é muito tarde para anular o evento. Não sei porque, quando tão poucos o impulsionaram. Mas se for o caso, fica esta sugestão: cercam o Congresso nus, urinem e caguem nas escadas do predio (porque é tudo o que esses políticos merecem), e voltem para a criação/celebração de autonomias.

    Fecho com palavras da Autonomia Italiana: Por favor, não tomem o poder.

    Para compartir:

    http://autonomies.org/en/2012/08/a-tentacao-do-poder-ocupar-um-congresso-ou-nao-ocupar-eis-a-questao/

  8. 25 SEPTIEMBRE ¿VOY AL CONGRESO? « Madrid Sur
  9. Marisa

    Os animo a leer este artículo sobre la convocatoria del 25S:

    http://madrilonia.org/2012/08/reflexiones-sobre-el-25-de-septiembre/

  10. España: El movimiento ‘Ocupa el Congreso’ abre “una ronda de contactos con partidos y sindicatos para que apoyen el 25S” | La Universal radio

    [...] su simbolismo, una de las decisiones que más repercusión mediática ha tenido ha sido la de la Asamblea General de Sol, que optó el pasado 19 de agosto por no apoyar a la [...]

  11. kaosoak

    kit para lxs ke acudan al congreso el 26s y su intencion no sea la de instaurar un fascismo a corto o medio plazo

    1.SPRAY ANTI-VIOLACION ESPECIAL REPELENTE DE FASCISTAS -pancartas y carteles reivindicando el derecho de autodeterminacion para todos los pueblos del estado español, asi como banderas de todas las comunidades autonomas, la blanca y verde andaluza, la senyera catalana, la ikurriña vasca, la azul asturiana, la blanca y azul de galicia, la de canarias… todas, en representacion de todxs lxs ke no puedan acudir a madrid ese dia, ademas de los carteles y las pancartas utilizadas hasta ahora, claro…

    2.GAFAS VISION DIURNA Y NOCTURNA AUTOREGULABLES LARGA Y CORTA DISTANCIA -te ayudaran a controlar posibles individuos y grupos fascistas asi como a policia secreta, (muy importante desterrarles de la manifestacion, recuerda keremos un mundo nuevo pero no mas jodido) ademas de uniformados y sus muy posibles cargas, gafas de piscina, de buzeo para repeler los gases lacrimogenos, colirio para los ojos…

    2.PAÑUELO AL ESTILO GUY FACKES – te servira para ser anonimo y evitarte mas marrones, mojado y un gajo de limon en la boca ayuda tambien a repeler los gases lacrimogenos, una mascara antigas buena te vale por pañuelo y gafas

    3.GUANTES DE OBRA GRUESOS – para no hacerte heridas en las manos y poder devolver sin problemas los muy posibles botes lacrimogenos ke tiran a ti y al projimo

    4.ZAPATILLAS USAIN BOLT + PUNTA DE ACERO TIPO MINERO – muy recomendables para recorrer grandes distancias

    5. GACHET MOCHILA – agua, fruta, frutos secos, chokolate, botikin, y todo lo ke se te ocurra, como es gacheto bolsa te entra de todo

    el kit esta abierto a la imaginacion de cada unx

    algunos consejos para la utilizacion del kit pueden ser el “maas maderaaa!” de groucho MARX y el chiste de lxs caramelxs emmanens cuando estan en la cinta del cajero de supermercado, coge unx el ticket de compra y le dice al otrx, -estamos invitadxs!, y el otrx le responde, -si, pero tu y yo formamos parte de la cena…

    tambien es posible ke acudas el 26s y no pase na de na, en ese caso el kit es reutilizable

  12. Jsecho

    ALBERTO NUÑEZ FEIJOO (AÑO 1988)
    Secretario General de AFICA
    Asociación de Funcionarios Contratados e Contratados Administrativos (A.F.I.C.A.)
    EXIGIA FONDO DE ACCION SOCIAL AL GOBIERNO DE LA XUNTA DE GALICIA
    Transporte gratuito para funcionarios de Servicios Centrales de Xunta de Galicia
    Economato y Guarderías
    Ayudas al estudio al funcionario, sus hijos y parejas
    Ayudas para adquisición de viviendas
    Incremento de las cuantías para este Fondo de Acción Social

    Como medidas de presión, convocó huelgas junto con los sindicatos nacionalistas de aquellas fechas (INTG y CXTG) y CC.OO., así como encierros y ocupaciones en San Caetano, Sede Central de la Xunta de Galicia.

    ALBERTO NUÑEZ FEIJOO, (AÑO 2012)
    • Presidente de la Xunta de Galicia (2009).
    • Miembro del Comité Ejecutivo Nacional del Partido Popular (2005).
    • Diputado Autonómico del Partido Popular de Galicia por Pontevedra (2005)
    • Presidente del Partido Popular de Galicia (2006)

    VAMOS A SUMAR EN VEZ DE RESTAR, APOYAR CAMBIO DE RUMBO AUNQUE LOS GRADOS NO SEAN EXACTOS, SENCILLAMENTE PORQUE NOS INTERESA ESE CAMBIO DE RUMBO A LA MAYORIA Y ES JUSTO…Y ADEMAS PORQUE ANTERIORMENTE ACTITUDES DE HUELGAS Y OCUPACIONES SON MECANISMOS DE DESARROLLO Y DEFENSA DE LOS DERECHOS DEL PUEBLO, QUE FUNCIONAN Y HAN FUNCIONADO DADO QUE SON ATEMPORALES.
    Y COMO EJEMPLO CONTRASTADO, SABEMOS QUE LAS HAN HECHO PERSONALIDADES DEL PARTIDO POPULAR Y LES HA DIO MUY BIEN…

    1. uncas

      El 15M tiene una revalida pendiente,el artazgo que estan generando en la poblacion simpatizante de la indignacion es mas que evidente,querer ser mas democratas que nadie,ni rojos ,ni verdes,querer ser azules con tonalidades que iran cambiando para intentar agradar al mayor numero de personas,grupos,etnias o tribus, se me antoja mas al
      proposito de rentabilizar los vinculos del mayor numero posible,que de promover que la sociedad se movilice por la defensa de otro tipo de hacer las cosas.Con tantas asambleas,reuniones de barrios,propuestas, contrapropuestas,consensos,acuerdos,desa-
      cuerdos,se esta disipando el motivo por el que empezo el 15M,se esta creando una burocracia paralela que me recuerda cada vez mas a la que demuestran los politicos de la nacion y de la que una parte importante queria prescindir,da la sensacion que hay una intencionalidad de algunos sectores de este movimiento que mas que querer cambiar las cosas, lo que se pretende es formar parte de los grupos actuales de poder y se este utilizando el 15M como muestra a la clase dirigente de que ellos tambien pueden optar al poder si no se les allana el camino para ser parte .
      Cuando leo, que el propiciar una acampada en los alrededores del congreso crea tanta cotroversia y hasta algunos lo denominan como golpe de estado civil, no puedo por mas que indignarme,¿que el fin justifique los medios con tal de gobernar?¿socializar las perdidas y privatizar las ganancias?¿repagar la seguridad social?¿recortar los derechos por decreto=imposicion)?¿escudarse en el estado democratico y la mayoria para instaurar un estado dictatorial en contra del pueblo?¿modificar la constitucion sin promover un referendun con los que tienen por derecho que ser los soberanos, el pueblo? y ¿esto que es?,si no un golpe de estado,de estar alguien legitimado para ejercer el poder , este solo le corresponde al pueblo que debe de ser el soberano.
      Es urgente, es necesario echar a estos “politicos” del poder UNAMONOS YA

      1. Nenuco1971

        Completamente de acuerdo con el análisis, excepto en el motivo que indicas como la razón del fracaso del 15-M. No es por no definirse ideológicamente, sino más bien al contrario, porque las asambleas han ido definiéndose e imitando comportamientos de movimientos sociales radicales (y minoritarios por razón de dicha radicalidad), incluso con una clara y explícita identificación con los mismos. El 15-M incial sí era indefinido y plural, cabían todas las opiniones, y se acercó muchísima gente, ¿dónde están ahora?

  13. ciaca

    El problema de los movimientos siempre ha sido lo mismo. Al final se transforman en una barrera-colchon entre el PODER y la GENTE. Nos recortamos un pequeño espacio, una reserva, con el permiso de los dueños de la tierra, y alli vivimos felices hasta aburrirnos, hasta que todos los fuegos estan apagados. El dueño ni te ve. No te hace caso. Eres menos que una caca en una acera. Entonces explicadme este rechazo. ¿No somos capaces? ¿Tenemos miedo? ¿No tenemos huevos para plantear otro modelo? ¿No estais de acuerdo con este objetivo o en vuestro comunicado falta algun matiz que me he perdido? ¿Os estais acostumbrando a un mundo paralelo hecho de asambleas de barrios, comisiones, viñetas satiricas y “paseos” por Madrid? ¿Os conformais con el espacio que dedica El Pais al 15M, a sus recorridos nocturnos por las calles a la espera de una detencion, un pequeño lio para contarselo a sus lectores? Habeis inventado el “nosotras nosotras”, un lenguaje de tribu y os quedais tan panchos? O queremos comunicar con toda la gente, involucrar a todo el mundo y por una vez tomar en serio la posibilidad de pretender algo? Es verdad que debemos aprovechar de los momento de descanso entre una accion y la otra para leer y estudiar, como decia el viejo Gramsci, pero aquí me da a mi que esta pasando todo lo contrario, y el peligro es que nos trasnformeremos en los maximos expertos de una nueva esclavitud.

    1. uncas

      El 15M tiene una revalida pendiente,el artazgo que estan generando en la poblacion simpatizante de la indignacion es mas que evidente,querer ser mas democratas que nadie,ni rojos ,ni verdes,querer ser azules con tonalidades que iran cambiando para intentar agradar al mayor numero de personas,grupos,etnias o tribus, se me antoja mas al
      proposito de rentabilizar los vinculos del mayor numero posible,que de promover que la sociedad se movilice por la defensa de otro tipo de hacer las cosas.Con tantas asambleas,reuniones de barrios,propuestas, contrapropuestas,consensos,acuerdos,desa-
      cuerdos,se esta disipando el motivo por el que empezo el 15M,se esta creando una burocracia paralela que me recuerda cada vez mas a la que demuestran los politicos de la nacion y de la que una parte importante queria prescindir,da la sensacion que hay una intencionalidad de algunos sectores de este movimiento que mas que querer cambiar las cosas, lo que se pretende es formar parte de los grupos actuales de poder y se este utilizando el 15M como muestra a la clase dirigente de que ellos tambien pueden optar al poder si no se les allana el camino para ser parte .
      Cuando leo, que el propiciar una acampada en los alrededores del congreso crea tanta cotroversia y hasta algunos lo denominan como golpe de estado civil, no puedo por mas que indignarme,¿que el fin justifique los medios con tal de gobernar?¿socializar las perdidas y privatizar las ganancias?¿repagar la seguridad social?¿recortar los derechos por decreto=imposicion)?¿escudarse en el estado democratico y la mayoria para instaurar un estado dictatorial en contra del pueblo?¿modificar la constitucion sin promover un referendun con los que tienen por derecho que ser los soberanos, el pueblo? y ¿esto que es?,si no un golpe de estado,de estar alguien legitimado para ejercer el poder , este solo le corresponde al pueblo que debe de ser el soberano.
      Es urgente, es necesario echar a estos “politicos” del poder UNAMONOS.

  14. [Anàlisi] Ocupa el Congreso: dubtes, certeses, acusacions i posicionaments | contrainfo.cat | Projecte contrainformatiu autogestionat

    [...] Asamblea General de Sol (19 d’agost) [...]

  15. lighthousebcn.com – Los convocantes del 25S responden “No somos de ultraderecha ni queremos asaltar el Congreso”

    [...] mediáticos que reales: que la asamblea general de Sol, con apenas decenas de personas en agosto, decida desvincularse de la primera línea del 25S tiene eco en titulares pero es poco representativo. Ni siquiera su cuenta de Twitter @acampadasol, [...]

  16. El movimiento ‘Ocupa el Congreso’ abre “una ronda de contactos con partidos y sindicatos para que apoyen el 25S”

    [...] su simbolismo, una de las decisiones que más repercusión mediática ha tenido ha sido la de la Asamblea General de Sol, que optó el pasado 19 de agosto por no apoyar a la [...]

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